{"id":183,"date":"2018-07-12T17:59:09","date_gmt":"2018-07-12T20:59:09","guid":{"rendered":"http:\/\/reapodere.unilab.edu.br\/?page_id=183"},"modified":"2021-12-01T12:13:12","modified_gmt":"2021-12-01T15:13:12","slug":"projetos-desenvolvidos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/reapodere.unilab.edu.br\/index.php\/reapodere\/extensao\/projetos-desenvolvidos\/","title":{"rendered":"Projetos desenvolvidos"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff6600;\">Frente das Mulheres<\/span><\/h2>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-261 aligncenter\" src=\"https:\/\/reapodere.unilab.edu.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/WhatsApp-Image-2018-05-11-at-5.06.20-PM-300x168.jpeg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"280\" srcset=\"https:\/\/reapodere.unilab.edu.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/WhatsApp-Image-2018-05-11-at-5.06.20-PM-300x168.jpeg 300w, https:\/\/reapodere.unilab.edu.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/WhatsApp-Image-2018-05-11-at-5.06.20-PM-768x431.jpeg 768w, https:\/\/reapodere.unilab.edu.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/WhatsApp-Image-2018-05-11-at-5.06.20-PM-1024x575.jpeg 1024w, https:\/\/reapodere.unilab.edu.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/WhatsApp-Image-2018-05-11-at-5.06.20-PM.jpeg 1040w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p>\n<p>A frente das mulheres, parte de uma perspectiva interseccional, levando em considera\u00e7\u00e3o o g\u00eanero e a ra\u00e7a\/classe, marcadores esses essenciais na constru\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria da comunidade.<\/p>\n<p>Atuamos na comunidade de Estrava Velha, Acarape\/CE, que localiza-se por tr\u00e1s do campus dos palmares.<\/p>\n<p>A nossa atua\u00e7\u00e3o nessa frente, decorreu de um processo de inser\u00e7\u00e3o anterior, no qual realizamos alguns trabalhos de car\u00e1ter socioeducativos com crian\u00e7as de diferentes faixas-et\u00e1rias em um per\u00edodo de em m\u00e9dia seis meses.<\/p>\n<p>Tendo uma dura\u00e7\u00e3o de em m\u00e9dia 5 meses, iniciamos essa inser\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de conversas com as mulheres da comunidade e a aplica\u00e7\u00e3o de um question\u00e1rio quantitativo, tamb\u00e9m com elas, tendo como objetivo perceber os anseios femininos, frente a um contexto de pobrezas e viola\u00e7\u00f5es de seus direitos, entretanto, tendo como principal objetivo, entender as potencialidades juntamente com elas e a partir das suas demandas, pensar o que seria interessante acontecer.<\/p>\n<p>Pens\u00e1vamos inicialmente, em a partir do mapeamento feito atrav\u00e9s das conversas e question\u00e1rios, realizar oficinas com foco no empoderamento feminino, na propriedade das mulheres sobre seus pr\u00f3prios corpos, entendendo-os como sujeitos de transforma\u00e7\u00e3o social, logo, de sua pr\u00f3pria realidade. Entretanto, importante salientar que, a inser\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria nem sempre acontece da maneira que desejamos, ali\u00e1s, dificilmente acontece.<\/p>\n<p>Desta maneira, a realidade do campo, foi totalmente diferente dos objetivos que t\u00ednhamos tra\u00e7ados no projeto, entretanto, constru\u00edmos juntamente com as moradores o que elas queriam fazer, concretizando o que\u00a0 buscamos desde o in\u00edcio:\u00a0 subverter a perspectiva colonizadora de extens\u00e3o, na qual esta ultima tem como pressuposto de que sabe o que \u00e9 melhor para o\/a outra\/o.<\/p>\n<p>Realizamos, ent\u00e3o, a partir dessa intera\u00e7\u00e3o\/constru\u00e7\u00e3o, algumas oficinas de cunho artesanal, desenvolvendo bolsinhas e porta-retratos, que poderiam servir futuramente para melhoramento da renda familiar, ocupar o tempo \u00f3cio ou at\u00e9 mesmo fazer para si mesmo.<\/p>\n<p>Foi um processo longo e complicado, entretanto, s\u00e3o esses os desafios da extens\u00e3o e esses desafios foram pra gente somente desafios e n\u00e3o obst\u00e1culos que nos impediram de tentar resinificar o papel da universidade, transgredindo a formalidade da academia e resistindo as adversidades di\u00e1rias.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Frente das Mulheres A frente das mulheres, parte de uma perspectiva interseccional, levando em considera\u00e7\u00e3o o g\u00eanero e a ra\u00e7a\/classe, marcadores esses essenciais na constru\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria da comunidade. Atuamos na comunidade de Estrava Velha, Acarape\/CE, que localiza-se por tr\u00e1s do campus dos palmares. 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